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	<description>O Portal sobre o Internet no Brasil</description>
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		<title>Professor defende imposto para música e vídeo na web</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 20:20:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Willian Fisher, professor da Universidade de Harvard, defendeu nesta quinta-feira (13) a ideia de que usuários de internet paguem imposto para poder desfrutar livremente de conteúdo de filmes e músicas na Web. De acordo com o professor, essa taxa seria de R$ 10 ao mês, e seria enviada a um fundo ligado a organizações relacionadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Willian Fisher, professor da Universidade de Harvard, defendeu nesta quinta-feira (13) a ideia de que usuários de internet paguem imposto para poder desfrutar livremente de conteúdo de filmes e músicas na Web. De acordo com o professor, essa taxa seria de R$ 10 ao mês, e seria enviada a um fundo ligado a organizações relacionadas aos direitos autorais.</p>
<p>Segundo o professor, o pagamento aos criadores e os artistas seria feito com base em amostras de arquivos trocados pelos usuários. &#8220;Este regime seria mais barato do que CDs e DVDs para o consumidor&#8221;, argumentou ele. Fisher apresentou sua ideia durante o Seminário Marco Civil da Internet no Brasil, realizado pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).</p>
<p>Contudo, na opinião do professor,  a criação desta taxa não ,deveria estar no anteprojeto (estudo preliminar do projeto) de lei do governo que estabelece o marco civil da internet no Brasil. &#8220;Em sua maior parte, o conteúdo do anteprojeto deveria continuar em sua própria forma. A sugestão cabe à lei de Direitos Autorais, que também está sob revisão&#8221;, disse ele. &#8220;Ao mesmo tempo daria acesso ilimitado a ele, e todo mundo iria ganhar.&#8221;</p>
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		<title>Presidente da Icann diz que endereços IP estão se esgotando</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 19:36:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em muito pouco tempo o mundo esgotará o número de endereços de Internet disponíveis, por conta da grande expansão no numero de aparelhos conectados com a Web, a menos que as organizações optem por uma nova versão do Internet Protocol,  disse o presidente da organização que aloca (determina) os endereços IP.
Rod Beckstrom, o presidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em muito pouco tempo o mundo esgotará o número de endereços de Internet disponíveis, por conta da grande expansão no numero de aparelhos conectados com a Web, a menos que as organizações optem por uma nova versão do Internet Protocol,  disse o presidente da organização que aloca (determina) os endereços IP.</p>
<p>Rod Beckstrom, o presidente da Icann (entidade internacional responsável pela alocação do espaço de endereços do Protocolo da Internet (IP)), disse que apenas oito a nove por cento dos endereços ipv4 ainda estão disponíveis, e que as companhias precisam adotar o novo padrão ipv6 o mais rápido possível.</p>
<p>&#8220;Estão se esgotando,&#8221; declarou eles em entrevista. &#8220;A mudança realmente precisa ser realizada; estamos chegando ao final de um recurso escasso.&#8221;</p>
<p>O ipv4, usado desde os anos 80, quando a internet se tornou pública, foi criado para alguns bilhões de endereços, enquanto que a capacidade do ipv6 e na ordem de trilhões.</p>
<p>O grande número de aparelhos, dentre os quais consoles de videogames, players de música, estão se somando aos celulares e computadores na conexão à Web, e cada um desses aparelhos precisa de um endereço IP.</p>
<p>Hans Vestberg, presidente-executivo da Ericsson (empresa fabricante de equipamentos para telecomunicações), previu no começo do ano que até o ano de 2020, haveria cerca de 50 bilhões de aparelhos conectados.</p>
<p>Beckstrom disse que &#8220;é uma grande tarefa administrativa e de operações de rede&#8230; mas terá de ser realizada, porque nós, seres humanos, estamos inventando tamanho número de aparelhos que usam a Internet, agora.&#8221;</p>
<p>Beckstrom estava na capital russa para a entrega oficial do primeiro nome de domínio internacional em alfabeto cirílico para a Rússia. Em vez de ter de usar o domínio .ru, expresso no alfabeto latino, as organizações russas agora poderão utilizar seu equivalente em cirílico.</p>
<p>A Icann aprovou no ano passado a introdução de maneira gradativa de nomes de domínio internacionalizados. Países agora podem fazer a solicitação de nomes de domínio nacionais em diferentes formas de alfabeto, como o japonês ou o arábico, e no futuro isso será expandido para praticamente todos os nomes de domínio da Internet.</p>
<p>Até o presente momento, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos e Rússia obtiveram autorização da Icann para utilizar seus alfabetos nacionais no domínio de primeiro nível (última parte de um domínio de Internet. WWW.exemplo<strong>.br</strong>).</p>
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		<title>Tecnologia 4G estará presente em estádios da Copa de 2014</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 18:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[4G]]></category>
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		<category><![CDATA[Copa de 2014]]></category>
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		<description><![CDATA[Para a copa de 2014, para evitar problemas como os que ocorrem com certa frequência durante o réveillon em Copacabana, quando a maioria dos celulares para de funcionar, é necessário instalar antenas de transmissão de dados e de voz no alto dos estádios. E os veículos das operadoras, devidamente equipados, deverão ficar ao redor dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para a copa de 2014, para evitar problemas como os que ocorrem com certa frequência durante o réveillon em Copacabana, quando a maioria dos celulares para de funcionar, é necessário instalar antenas de transmissão de dados e de voz no alto dos estádios. E os veículos das operadoras, devidamente equipados, deverão ficar ao redor dos centros esportivos para auxiliar na qualidade do sinal.  </p>
<p>A informação é do vice-presidente da Associação GSM, que reúne dez das maiores empresas de telefonia celular do mundo, Ricardo Tavares. Os representantes destas empresas participam da 10ª edição da Rio Wireless, que esta sendo realizada Barra da Tijuca, Zona oeste da cidade de Rio de Janeiro.</p>
<p>Segundo Tavares, os auges de utilização de aparelhos celular acontecem 30 minutos antes do inicio dos jogos, um minuto após o fim do primeiro tempo, a cada gol que acontece e cinco minutos após o término do jogo. </p>
<p>“Nosso estudo mostra que, em 2014, as pessoas vão usar mais os celulares para entrar em redes sociais do que para falar, por isso será necessária a implantação de uma nova faixa de transmissão de dado que possibilite maior agilidade, como no caso do 4G”, explicou o vice-presidente.</p>
<p>Contudo, o preço dos aparelhos ainda é elevado e também o acesso a essa tecnologia é restrito. Nos dias de hoje, no país cerca de 13 milhões de pessoas usam aparelhos com tecnologia 3G, que possibilita o acesso a internet, porém a grande maioria ainda utiliza Aparelhos com a tecnologia 2G, com transmissão apenas de voz.</p>
<p><strong>Transmissão de dados até 50 vezes mais rápida</strong></p>
<p>Tavares acrescentou também que com a nova tecnologia 4G, que recebe o nome de LTE, haverá possibilidade de transmitir dados entre 25 a 50 vezes mais rápido, assim evitando o trafego das linhas celulares. No ano de 2014, 210 milhões de brasileiros terão acesso à celular. Nos dias de hoje são 177 milhões em todo o país. “Esta faixa adicional, que vai permitir maior velocidade de dados, não é importante apenas para os grandes eventos esportivos, mas também vai ter efeito permanente na tecnologia do Brasil”, afirmou.</p>
<p>De acordo com o vice-presidente, é importante que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o governo comecem a pensar na infraestrutura do evento ainda neste ano. “Para que grandes eventos tenham sucesso é importante, improvisar de maneira criativa é importante, mas planejamento é fundamental”, disse ele.</p>
<p><strong>Muito pouco está sendo feito para implantar essa tecnologia</strong></p>
<p>Em compensação, o membro da Comissão de Ciência e Tecnologia e deputado federal, Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), disse que pouco esta sendo feito, em termos de legislação, na Câmara para determinar a infraestrutura em telecomunicações, que é necessária para o evento em todo o país.</p>
<p>O superintendente de serviços privados da Anatel, Dirceu Baravieira, assegurou que a agência esta viabilizando regulamento para que as operadoras de telefonia móvel possam se estruturar e assim fornecer para o usuário o serviço com base na tecnologia 4G.</p>
<p>“Se, em 2014, o Brasil não tiver tecnologia para implantar o 4G, vamos decepcionar 1,2 milhão de turistas que vieram assistir aos jogos. Isso sem falar no tráfego de dados e voz que pode acontecer durante os eventos”, informou Ricardo Tavares.</p>
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		<title>Lixo eletrônico produzido no país terá maior controle</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 19:31:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Todo o lixo eletrônico que é produzido no Brasil terá um inventário (Lista de mercadorias produzidas) para que as empresas possam firmar um acordo de recolhimento e reciclagem. O acordo foi assinado nesta segunda-feira (10), em São Paulo, pelo Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre) e pela ministra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira.
“Saiu um relatório [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo o lixo eletrônico que é produzido no Brasil terá um inventário (Lista de mercadorias produzidas) para que as empresas possam firmar um acordo de recolhimento e reciclagem. O acordo foi assinado nesta segunda-feira (10), em São Paulo, pelo Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre) e pela ministra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira.</p>
<p>“Saiu um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) dizendo que o Brasil é o quarto ou quinto país (no mundo) em número de lixo eletrônico, e nós vamos fazer agora um inventário para saber qual o comportamento do nosso país (diante do problema)”, disse a ministra.</p>
<p>Através do Programa Nacional das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), divulgado no começo do ano, o mundo produz, a cada ano, aproximadamente 40 milhões de toneladas a mais, de lixo eletrônico, e o Brasil esta entre os maiores produtores deste lixo. Como o ministério não foi consultado sobre o problema, segundo a ministra, a ideia é fazer um inventário e dimensionar o tamanho do lixo eletroeletrônico produzido no país e o destino que é dado atualmente a esse tipo de material.</p>
<p>Para o presidente do Cempre, Victor Bicca, é importante que a maioria das empresas do setor esteja participando da elaboração do inventário. “A previsão é de que a gente possa fazê-lo em quatro meses. Ele contará com a participação de todas as empresas que fazem parte do Comitê Eletroeletrônico do Cempre. Também vamos convidar as outras associações que representam o setor eletroeletrônico. Tudo isso sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente”, afirmou ele.</p>
<p>Além do inventario. Nesta segunda-feira (10) foi inaugurado um site que vai informar o consumidor sobre como deve ser feita a devolução de aparelhos como impressoras, câmeras, computadores, telefones celulares e até mesmo geladeiras. O consumidor poderá consultar os sites  <a href="http://www.mma.gov.br/sitio/">www.mma.gov.br</a> e <a href="http://www.cempre.org.br/">www.cempre.org.br</a>, onde encontrará os locais de coleta e reciclagem dos materiais.</p>
<p>Isabella Teixeira ainda disse que o ministério está estudando a adoção de algumas medidas como redução de impostos e a distribuição de cupons de troca por outros produtos, como uma forma de estimulo ao consumidor. “Com isso a gente espera permitir uma mudança no comportamento do consumidor para que eles comecem a entender o que significa comprar, às vezes de maneira desenfreada, sem entender onde vai ficar o resultado dessa compra”, disse a ministra.</p>
<p>Atualmente tramita no Senado Federal o projeto da Política Nacional de Resíduos Sólidos. A expectativa é de que ele seja votado e aprovado até o fim deste mês e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.</p>
<p>“Estamos nos antecipando a uma lei que está sendo votada para permitir que o empreendedor ou aquele que gera um produto, que vai dar no resíduo (lixo), tenha a responsabilidade de recolhê-lo, dando a esse produto a destinação adequada”, disse ela.</p>
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		<title>Banda larga de extremos</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 19:49:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) anunciado na semana passada promete popularizar a internet no Brasil. Com a reativação da Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás), o governo pretende espera universalizar o acessa a internet no país. Hoje, de casa 100 brasileiros, somente cinco possuem acesso a internet banda larga. Uma das expectativas da iniciativa é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) anunciado na semana passada promete popularizar a internet no Brasil. Com a reativação da Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás), o governo pretende espera universalizar o acessa a internet no país. Hoje, de casa 100 brasileiros, somente cinco possuem acesso a internet banda larga. Uma das expectativas da iniciativa é disponibilizar o serviço, que hoje é de 11,9 de residências para quase 40 milhões de residências até 2014.</p>
<p>Um dos fatores que poderá popularizar o acesso nos pais é o preço. Com valores que começam a partir de R$15, o usuário terá internet com velocidade de 512 kbps. Hoje a media da mensalidade paga no Brasil pela mesma velocidade é de R$ 50.</p>
<p>A tendência é de que as velocidades de conexão aumentem conforme a expansão da banda larga no País. No Brasil, a média de velocidade da conexão é de pouco mais de 1 mbps. Já no Japão, essa média chega perto de 100 mbps. Com uma velocidade como esta, é possível baixar um filme (que possui em média 1,2 GB) em pouco mais de um minuto. Com a banda larga popular, como a velocidade proposta de 512 kbps, esse mesmo filme levaria cerca de 5 horas para ser baixado no computador.</p>
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		<title>Internet com velocidade de 512 kbps não pode ser considerada banda larga</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 19:06:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente da Casa da Cultura Digital e professor da Universidade Federal de ABC, Sérgio Amadeu da Siqueira, fez criticas sobre a velocidade prevista no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) com a tarifa de R$ 35. Segundo ele, é possível ter um preço baixo e uma maior velocidade de download. “Banda larga de 512 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Casa da Cultura Digital e professor da Universidade Federal de ABC, Sérgio Amadeu da Siqueira, fez criticas sobre a velocidade prevista no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) com a tarifa de R$ 35. Segundo ele, é possível ter um preço baixo e uma maior velocidade de download. “Banda larga de 512 kbps não é banda larga. Podemos chegar a 1 mega com preços acessíveis”, disse ele.</p>
<p>A projeção do PNBL é de que a tarifa seja de R$ 15 para o plano com incentivos, com uma velocidade de até 512 kbps (quilobits por segundo) com delimitação de downloads, e de R$ 35 para o plano comum, com uma velocidade que varia entre 512 e 784 kbps. Nos dias de hoje o brasileiro paga R$ 50 em média por uma banda larga com a velocidade de 256 kbps.</p>
<p>O secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, esclareceu que, através dos cálculos do governo, a tarifa só poderá ser realizada com a velocidade de até 784 kbps.</p>
<p> “O que estamos dizendo é que o pacote mais barato é de R$ 35. Não estamos dizendo que não vai ter pacote mais rápido, só que não vai custar R$ 35. Se você tiver R$ 50 para gastar, provavelmente passa a ter 2 megas, 3 megas”, disse ele. Rogério Santanna afirmou que após a meta de universalização do serviço ser cumprida, será possível aumentar a velocidade da banda larga.</p>
<p>“Uma das coisas em que vamos investir é o acesso de alta velocidade, mas nossa meta nesse momento é aumentar a cobertura e servir um conjunto maior de pessoas. Mas não há nenhum óbice (obstáculo) à internet rápida, muito pelo contrário”, disse ele.</p>
<p><strong>Celulares com internet</strong></p>
<p>O coordenador do Programa de Inclusão Digital do governo, Cezar Alvarez, disse que uma das expectativas do PNBL é aumentar o acesso à internet através de telefones. Segundo ele, o pacote de R$ 15 é designado, especialmente para empresas de telefonia com tecnologia 3G.</p>
<p>“Apostamos fortemente na mobilidade. Essa é a proposta para quem for oferecer no mercado serviço de qualidade, mas com limites de download”, disse ele.</p>
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		<title>Empresários estimam um ganho de até 600% com PNBL</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 21:30:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os fabricantes de equipamentos de telecomunicação que utilizam a tecnologia nacional poderão ter seus lucros triplicados graças ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Após a apresentação do PNBL feita nesta sexta-feira (7) por Erenice Guerra, ministra-chefe da Casa Civil, empresários que participaram do evento estimam que em alguns casos, esse faturamento de algumas empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os fabricantes de equipamentos de telecomunicação que utilizam a tecnologia nacional poderão ter seus lucros triplicados graças ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Após a apresentação do PNBL feita nesta sexta-feira (7) por Erenice Guerra, ministra-chefe da Casa Civil, empresários que participaram do evento estimam que em alguns casos, esse faturamento de algumas empresas poderá chegar a 600%.</p>
<p>O plano prevê que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibilize inicialmente R$ 6,5 bilhões para financiar as empresas que utilizem a tecnologia nacional para a fabricação de equipamentos de telecomunicação. “Isso representa grandes possibilidades para as empresas nacionais, e resultará em empregos e no desenvolvimento de tecnologias”, disse o presidente da Gigacom, Roque Versolato.</p>
<p>Segundo ele, o setor atualmente emprega cerca de dois mil trabalhadores, e também é responsável por um faturamento anual próximo a R$ 1,2 bilhão. Roque Versolato afirmou, “Com o PNBL teremos garantida por muitos anos a escala de produção e a entrada no mercado internacional”.</p>
<p>Jorge Salomão, presidente da Padtec disse que o faturamento das empresas do setor de telecomunicação irá ter um grande aumento com a implantação do PNBL. “Nossa expectativa é a de triplicar o faturamento. Algumas empresas devem aumentar isso em até seis vezes. Isso certamente resultará no aumento da capacidade para o setor oferecer preços mais competitivos para os equipamentos”.</p>
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		<title>Fale Mais VoIP oferece chamadas ilimitadas para o Brasil e mais 36 países</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 19:21:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Clube FaleMais VoIP oferece um novo plano para micro e pequenas empresas. Agora as clientes têm a oportunidade de fazer chamadas em tempo ilimitado para o Brasil e mais 36 países pelo preço de R$ 79,95.
Aqui, as características do plano

Área de Assinante para verificação de extrato de chamadas, WebCallBack e mais.
Ligações grátis entre clientes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Clube FaleMais VoIP oferece um novo plano para micro e pequenas empresas. Agora as clientes têm a oportunidade de fazer chamadas em tempo ilimitado para o Brasil e mais 36 países pelo preço de R$ 79,95.</p>
<p><strong>Aqui, as características do plano</strong></p>
<ul>
<li>Área de Assinante para verificação de extrato de chamadas, WebCallBack e mais.</li>
<li>Ligações grátis entre clientes e consultores FaleMais Voip e empresas do grupo; </li>
<li>Ligações grátis para qualquer telefone fixo do Brasil e mais 35 países;</li>
<li>Linha secundária para fazer chamadas para telefones celulares e países não inclusos;</li>
</ul>
<p>A taxa normal de adesão é de R$ 199,95, mas com a promoção essa valor cai para R$ 19,95.</p>
<p>A empresa oferece muitos outros planos que podem se encaixar melhor a necessidade e orçamento da empresa interessada. Assim muito mais pessoas podem aderir ao VoIP, umas das formas de comunicação que mais cresce no mundo e que também cresce aqui no Brasil.</p>
<p>Essa é uma alternativa aos serviços de comunicações oferecidos no Brasil. Para quem utiliza o telefone fixo com freqüência essa é uma boa oportunidade de poupar dinheiro e também para conversar com pessoas que estejam fora do país. No website da <a href="http://www.falemaisvoip.com.br/SubHome.aspx">FaleMais VoIP</a> a gente vai encontrar os outros planos que são oferecidos pela empresa.</p>
<p> O FaleMais Voip teve origem de uma parceria entre a PortfólioArte Comunicação Ltda e a Talk &#038; Save Communications, empresas que atuam na área de telecomunicações, Marketing e VOIP.</p>
<p>Segundo os representantes das mesmas a união destas duas empresas apresenta ao mercado brasileiro a melhor oportunidade de revenda VoIP, pois seus planos são  baseados no MARKETING DE REDE, reconhecido no mundo todo como modelo de negócio de maior sucesso das ultimas décadas. Seus representantes também dizem que esta é a primeira empresa a lançar uma proposta de Marketing de Rede VoIP em moeda nacional, desta maneira atendendo as comodidades e necessidades brasileiras.</p>
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		<title>Brasil quer triplicar acesso a internet até a Copa de 2014</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 20:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até o ano de 2014, o governo pretende triplicar o acesso a internet em banda larga. A ideia inicial é saltar dos12 milhões de domicílios para 40 milhões, baixando o preço pare cerda de R$ 15 com incentivos fiscais e sem esses incentivos o preço, ficaria entre R$ 29 e R$ 35. O comunicado foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até o ano de 2014, o governo pretende triplicar o acesso a internet em banda larga. A ideia inicial é saltar dos12 milhões de domicílios para 40 milhões, baixando o preço pare cerda de R$ 15 com incentivos fiscais e sem esses incentivos o preço, ficaria entre R$ 29 e R$ 35. O comunicado foi feito hoje (5) por uma equipe do governo, durante o lançamento do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). De acordo com Erenice Guerra, ministra-chefe da Casa Civil, o principal objetivo do plano é expandir o acesso para as classes C e D.</p>
<p>Conforme anunciado nesta terça-feira (4) em um comunicado enviado pelo governo a empresa estatal Telebras será encarregada do Programa Nacional de Banda Larga. Segundo o ministro do Planejamento Paulo Bernardo, o plano vai facilitar também o desenvolvimento de pequenas e médias empresas.</p>
<p>O total previsto de (abatimento de impostos e facilidades) é de cerca de R$ 785 milhões dos quais serão tirados R$ 11,36 milhões do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para pequenas e médias prestadoras, R$ 770 milhões de abatimento dos descontos para o Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para equipamentos usado para conexão à internet (modem).</p>
<p>Segundo o coordenador do Programa de Inclusão Digital da Presidência da República, Cezar Alvarez, a linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não tem limite, porém a estimativa é de que chegue a R$ 6,5 bilhões para financiamento e compra de equipamentos de telecomunicações de tecnologia nacional, e de R$ 1 bilhão de financiamento para micro, pequenos e médios prestadores de serviços de telecomunicações e lan houses, por meio do cartão BNDES. </p>
<p>Também serão destinados R$ 1,75 bilhões do Fundo de Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel) para investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Os investimentos foram estimados para período de 2010 a 2014.</p>
<p> “A estatal não vai assumir o lugar da iniciativa privada. Isso só será feito nos locais onde não há oferta adequada desses serviços”, disse Paulo Bernardo.</p>
<p><small>Foto: Roosewelt Pinheiro/ABr</small></p>
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		<title>Confirmada a participação da Telebrás no Programa Nacional de Banda Larga</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 18:39:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta terça-feira (4) a Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) informou em comunicado que irá integrar o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) de acordo com a decisão do governo, informada pelo Ministério das comunicações. Isto significa que o governo decidiu reativar a estatal.
De acordo com o comunicado, a Telecomunicações Brasileiras S.A. vai ficar responsável por instalar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (4) a Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) informou em comunicado que irá integrar o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) de acordo com a decisão do governo, informada pelo Ministério das comunicações. Isto significa que o governo decidiu reativar a estatal.</p>
<p>De acordo com o comunicado, a Telecomunicações Brasileiras S.A. vai ficar responsável por instalar a rede privada de comunicação da Administração Publica Federal, conceder suporte e apoio a políticas publicas de conexão a internet rápida (Banda Larga) para hospitais, centros de pesquisa, postos de atendimento, universidades, entre outros.</p>
<p>Conceder redes de suporte e infraestrutura a serviços de telecomunicações prestados por empresas privadas,  entidades sem fins lucrativos, municípios , estados e também, prestar serviço de conexão a internet em banda larga para usuários finais, apenas em localidades onde não exista oferta destes serviços.</p>
<p>Erenice Guerra, ministra-chefe da Casa Civil, marcou para esta terça-feira (4) as 18 horas uma reunião para discutir o Programa Nacional de Banda Larga.  A expectativa é de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncie oficialmente o programa nesta quarta-fera (5). </p>
<p>O PNBL vem sendo discutido pelo governo desde meados de 2009. No final deste mesmo ano, o presidente da República solicitou que estudos mais detalhados fossem feitos para avaliar quanto custaria para o governo montar uma empresa estatal para atender ao consumidor final, com o principal objetivo de reduzir o preço da internet em banda larga. Pois o preço para ter uma conexão em banda larga no Brasil é muito elevado.</p>
<p>Cálculos da Casa Civil apontam para um custo total de R$ 15 bilhões para o projeto, entre financiamentos públicos e recursos próprios das prestadoras. Porém o formato do programa ainda não foi definido.</p>
<p>A meta do Programa Nacional de Banda Larga é de chegar a 90 milhões de acessos a internet em alta velocidade até 2014. Ano da Copa do Mundo de futebol.</p>
<p>Alguns dias após a empresa privada de telecomunicações Oi ter apresentado o seu projeto de expansão da banda larga no Brasil, a Casa Civil emitiu um comunicado, dizendo que a Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) deveria ser a base do Programa Nacional de Banda Larga, enquanto que empresas privadas de telefonia deveriam atuar de maneira complementar. Inicialmente o preço da conexão deve variar entre R$ 15 a R$ 35.</p>
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