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06/05/2012 às 18:50 | Atualizado em 06/05/2012 às 18:50

Canteiro alemão quer usar códigos QR na lápide

Informações digitais sobre o falecido seriam acessível com smartphone

O código QR (Quick Response em inglês, resposta rápida) é usado em vários segmentos do mercado. Você acha ele em propaganda, em jornais e ele é uma ferramenta boa e fácil na logística. A matriz quadrado visualiza o código binário em pontinhos pretos e brancos. Marcas especiais em trés dos quatro cantos do quadrado orientam o scanner. O código é legível por scanners especiais, mas também por smartphones e até celulares com câmera, enquanto eles têm o software necessário.

O canteiro inglês Timothy Vincent, que mora e trabalha na Alemanha, tinha a idéia de usar o código QR no trabalho de luto. Parentes e amigos do falecido podem criar um site no internet com lembranças do falecido, que assim fica “imortal”. Vincent aplica a matriz, que contém um link para o site, na lápide. Pessoas passando pelo túmulo no cemitério podem captar o link com o smartphone e acessar o site.

Para o canteiro isso é uma possibilidade de personalizar ainda mais as lembranças dos descendentes. “A nova geração já está familiar com essa tecnologia”, Vincent explica. E o que hoje ainda parece estranho pode ser comum no futuro.

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